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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Percurso de Uma Pesquisa no Google

Google montou um infográfico que mostra o percurso de uma pesquisa no site, de como uma consulta viaja 1.500 milhas a uma velocidade próxima à da luz para atingir centros de dados diferentes ao redor do mundo como ele classifica seus resultados.

Em um infográfico passado à Mashable, o Google compara a web a um livro com milhões de páginas. motor de buscas
gigante gastou um milhão de horas de computação na construção do índice, que consiste em mais de 100 milhões de gigabytes. Quando você realizar uma pesquisa, os algoritmos do Google iniciam a consulta e viajam centenas de milhões de quilômetros por hora para acertar os centros de dados diferentes e obter resultados relevantes.

"Nós encontramos o caminho mais rápido para o centro de dados mais perto de você porque não queremos ser mais lentos que  a velocidade da luz", um porta-voz do Google disse Mashable. "1.500 quilômetros, é um número médio, e pode ser muito menos para você em certos momentos, dependendo do tráfego da web proximidade do centro, os dados e as características que são acionados."
 

O algoritmo também utiliza mais de 200 sinais, incluindo conteúdo , a URL e o título de uma página web, as palavras em uma página web e qualidade do conteúdo em um site - para decidir quais as páginas que são mais relevantes.

Não só a pesquisa do Google para usuários de bilhões de palavras-chave a cada dia, o motor de busca respondeu 450 bilhões de novas consultas únicas que nunca tinha visto antes. Na verdade, cerca de 16% de buscas diárias do Google é novo.

A empresa tem sido relativamente franco recentemente sobre como funciona uma pesquisa no Google. Em abril, um engenheiro de software do Google cabeça detalhado em um vídeo do YouTube como ele vasculha a web em uma base diária para fornecer resultados mais up-to-date para os usuários.

Para mais informações sobre como funciona uma pesquisa no Google, confira o infográfico abaixo.
Google Search Infographic

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Mídia Online no Brasil - Infográfico

Estudo sobre o mercado brasileiro de publicidade digital, lançado pelo site da eMarketer em 2012, aponta o país como polo de atração para investimentos em mídia digital. Neste infográfico, você confere quem são os maiores anunciantes brasileiros, os principais meios de mídia display e as expectativas de faturamento para o futuro.

Infográfico - Mídia Online no Brasil


Investimentos em Mídia Online 

Nos últimos anos, os investimentos em mídia online no Brasil cresceram consideravelmente. Somente nos três primeiros meses de 2012, a internet alcançou 11,98% do mercado de publicidade. Segundo a lista do IBOPE (2012), as Casas Bahia detém a posição de maior anunciante de mídia online no país.

Principais meios de mídia display 

Segundo a lista da ComScore de dezembro de 2011, o Facebook é o principal meio de mídia display, com
17,4% do mercado. Os portais Globo.com e UOL completam a lista dos três primeiros colocados, com 14,1% e 12,2% do mercado, respectivamente.

Expectativas

Em 2013, o faturamento publicitário digital deverá crescer 20%, chegando a R$ 4,8 bilhões. Para 2014, a previsão é de um aumento de 28%, fazendo que a publicidade digital no país atinja R$ 5,7 bilhões. Com esse crescimento, o Brasil deverá superar o Reino Unido, tornando-se o 5º maior mercado publicitário do mundo.


 Infográfico: Mídia Online no Brasil | WebXTool.com.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Marketing Digital: Qual o caminho do Marketing Digital para PMEs?

Caminho é investir na criatividade e criar um diálogo certeiro com o consumidor. Planejamento também é essencial na hora de colocar a marca no mundo digital

O crescimento constante da internet e do e-commerce no Brasil tem representado uma oportunidade para os que querem empreender, mas também um desafio. Como se destacar em um cenário que caminha para o amadurecimento e testemunha a disputa cada vez mais acirrada de players de todos os tamanhos – desde os que nasceram originalmente no universo digital até os grandes varejistas que também apostam na internet?

Não só no varejo eletrônico, o Marketing Digital mostra-se uma ferramenta importante para as pequenas e médias empresas que querem crescer e ganhar notoriedade no mercado. Em uma era direcionada para o relacionamento, quem não tem verba para investir pesado na comunicação tradicional ganha espaço com criatividade e um diálogo certeiro com o consumidor na web.

“As empresas fogem cada vez mais do caminho do branding tradicional e optam pelo relacionamento, pelo bate-papo com os clientes. Trabalhar bem as mídias sociais é um dos principais meios. Exige mais criatividade e estratégia do que dinheiro”, acredita Flávio Horta, Diretor da Digitalks, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Nem tudo que está na moda é adequado
Os modismos, no entanto, devem ser vistos com cuidado quando o assunto é internet. Há quatro anos em operação, a Doce Beleza opera exclusivamente online vendendo cosméticos, especialmente produtos para os cabelos. Em um primeiro momento, a prioridade foi investir em mecanismos que dessem visibilidade à marca.

“A grande vitrine para negócios baseados na internet é o Google, com adwords e busca orgânica. É daí que vem quase toda a visibilidade que a empresa pode ter, independente do porte. Obviamente, quanto mais verba, mais visível ela tende a estar”, conta Celso Vistra, Gerente de Marketing da Doce Beleza, em entrevista ao portal.

Foram necessários dois anos para que a empresa desse um novo passo e investisse em mídias sociais. A estratégia da Doce Beleza nestes canais, entretanto, não é orientada para vendas, e sim para o relacionamento. A intenção sempre foi ter um espaço para que as consumidoras discutissem, tirassem dúvidas e falassem sobre assuntos relacionados ao universo da beleza.

A importância de um diagnóstico correto
Agora, o investimento é ainda maior. A Doce Beleza está reformulando os canais existentes, como Linkedin, Facebook, Twitter e Youtube, e criando novos perfis no Pinterest e no Tumblr, além de um blog. Tudo para incentivar ainda mais a conversa e fortalecer a marca, contribuindo para o aumento do faturamento da empresa, que em 2011 cresceu 55%, atingindo R$ 12 milhões. Para a Doce Beleza, as mídias sociais devem manter-se como um canal de relacionamento e deixar as vendas a cargo da loja virtual.

“Acompanhamos o social commerce e não descartamos a possibilidade, mas pensamos que não é uma plataforma adequada para o nosso negócio. A navegabilidade de um portal bem estruturado, como pesquisa de produtos, é infinitamente superior à da plataforma do Facebook, por exemplo”, diz Vistra, ressaltando que, no caso de empresas que estão começando, as vendas por meio de plataformas como o Facebook e sua Like Store podem ser uma alternativa rentável.

Antes de pensar em outros canais, no entanto, é importante fazer uma avaliação do próprio site e das ferramentas já utilizadas. Algumas mudanças simples podem trazer resultados satisfatórios. Foi o que aconteceu com o Instituto de Estudos Franceses e Europeus (IFESP). Depois de reformular toda a estratégia digital, o IFESP conseguiu passar de um faturamento de R$ 750 mil em 2009 para R$ 1,5 milhão em 2011 e gastar duas vezes menos com Marketing.

Mudanças que fazem a diferença
Em 2009, o IFESP contava com um site feito de maneira artesanal, mas com um bom posicionamento nas buscas orgânicas. Com a reformulação do portal, entretanto, a visibilidade diminuiu e aumentaram os gastos na compra de palavras-chave. “Desconhecendo as melhores práticas de Marketing Digital, percebemos que não iríamos muito longe e o custo seria alto”, explica Alexandrine Brami, Sócia-Diretora do IFESP, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O primeiro passo foi diagnosticar os problemas e transmitir para a equipe o que estava errado e precisava ser mudado. Em seguida, foi necessário ganhar notoriedade na internet para aumentar a taxa de conversão dos prospects em clientes. Foi o momento, então, de mudar mais uma vez o site, que passou a ser orientado para buscas orgânicas.

Como o maior problema era justamente a conversão de clientes, o instituto também investiu na melhoria do sistema de e-mail Marketing. “Enviávamos e-mail e as pessoas marcavam como spam ou pediam para sair do mailing. Encontramos uma empresa que não só oferecia a prestação de envio, como também a consultoria em otimização dos e-mails”, lembra Alexandrine, ressaltando que a medida mais que triplicou a taxa de abertura, passando de 6% para 20%, e expandiu de 10% para 35% o número de cliques dos e-mails.

Marketing Digital também demanda investimentos
Apesar de parecer pequeno, se comparado ao Marketing tradicional, o investimento em Marketing Digital deve ser cuidadoso e planejado para minimizar erros. “Para a pequena empresa, montar uma equipe de mídias sociais tem um custo alto. Utilizar os próprios funcionários acaba sendo um caminho mais viável”, sugere Horta, da Digitalks. “Os profissionais de Marketing precisam se adaptar a um mundo com mais números. Na internet, a ação vai para o ar e começa o trabalho de mensurar, entender, mudar e melhorar, de forma contínua”.

É exatamente a falta de estratégia um dos principais erros de quem investe em Marketing Digital. “Entrar na internet sem planejamento é um tiro no pé. Tem que estar preparado para o consumidor que vai falar de você, bem ou mal. O Santander, por exemplo, tem uma política de responder em até duas horas no Twitter e quatro ou cinco horas no Facebook. Pelo telefone, são cinco dias. Isso mostra a diferença do buzz que um consumidor insatisfeito pode causar nas redes sociais comparado ao telefone”, considera Horta.

Entre as próximas tendências, além das mídias sociais que já são mais do que exigência, está o mobile. “No futuro vejo tudo isso que estamos falando muito mais forte no mobile, que já é uma realidade. Os preços dos smartphones estão cada vez caindo mais e daqui a pouco os tablets serão mais baratos do que computadores. Veremos o boom do Brasil móvel”, destaca o Diretor da Digitalks.

Fonte: Mundo do Marketing

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Marketing Digital: Como o Google Adwords trabalha?

Pague mais, e você pode colocar seu anúncio de texto como número um na pesquisa do Google, certo?
O sistema do Google AdWords é muito mais complicado do que isso.
 

Um "Índice de qualidade" bom, dá uma vantagem para os anunciantes, mesmo que eles não deem o maior lance. "Extensões de anúncio" significam que os anúncios podem mostrar imagens, mapas, classificações e muito mais. O profissional de Marketing digital deve saber todos estes pequenos macetes para gerar resultados de qualidade para seus clientes.

O infográfico abaixo do pessoal da Pulpmedia ilustra algumas das muitas partes do funcionamento do AdWords.


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Marketing Digital: O que revelam os últimos números sobre SEO, PPC e Mídias Sociais

O  mais recente Report realizado pela Webmarketing123 mostra o impacto de SEO, PPC e Social Mídia em empresas B2B e B2C e dá indícios de como serão os investimos nestas áreas para 2012.

O report realizado através de uma pesquisa com profissionais de Marketing Digital revela que:

- 46% dos participantes afirmam que em suas B2B o objetivo mais importante é gerar leads.
- 53% de todos os participantes dizem que SEO faz o maior impacto na geração de leads, seguido por 28% de PPC e 19% para mídia social.
- 75% das empresas B2C são os mais ativas no Facebook, seguido de 8% no Twitter e 6% no LinkedIn.

Confira a compilação de dados através do Infográfico abaixo:


 

Acesse Report completo: Marketing Digital - Report 2011

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Marketing Digital: Qual o contexto do profissional de marketing digital no mercado

O profissional de Marketing Digital, atuando em qualquer uma das muitas funções que o mundo digital permite, é uma peça fundamental no novo cenário do mercado mundial.

A rápida expansão do mercado digital nos últimos cinco anos é responsável pelo aumento da demanda por profissionais especializados na área. A alta procura por pessoas qualificadas, no entanto, não tem sido atendida. Sobram oportunidades e falta mão de obra capacitada para responder por um setor que recebe cada vez mais investimentos de marketing.

O digital entra na estratégia das empresas, que aos poucos implementam departamentos exclusivos para ações on-line e oferecem salários que podem variar de R$ 2.000,00 a R$ 17.000,00. O crescimento da procura por profissionais especializados em marketing digital, entretanto, esbarra na ausência de uma formação acadêmica consolidada e na falta de experiência de mercado.

Com o setor aquecido, a tendência é que a procura aumente cada vez mais. "A demanda crescerá. Até 2008, o mercado estava estagnado, crescendo de forma orgânica. Com a explosão das redes sociais, as empresas despertaram para o meio digital.

Investimentos em Marketing Digital crescem a cada ano

A expectativa de expansão ainda maior nos próximos anos é explicada pela alteração observada nos investimentos em marketing digital. Se por um lado o on-line passa a receber mais atenção das marcas, por outro, a verba destinada a canais off-line começa a sentir uma retração. O mercado está em franca expansão no Brasil. Hoje, os investimentos em marketing digital representam cerca de 4%., mas as empresas estão cada vez mais adotando essa estratégia e o dinheiro está migrando rapidamente para o digital.

Segundo dados do Ibope, em 2010, os investimentos em marketing digital cresceram 25% e a expectativa para este ano é que este número seja de 30%. Diante desse cenário surgem carreiras em ascenção. Links patrocinados, ferramentas de buscas, redes sociais e métricas são algumas das oportunidades em voga para aqueles que desejam investir na área. Mas é necessário que os executivos de marketing entendam a importância da integração entre a função desempenhada e o meio digital.

Seja lá qual for a área de atuação do profissional, ele deve conhecer muito de marketing digital, porque todos os canais tradicionais estão sendo influenciados pelo processo de digitalização. Não dá para isolar (o marketing digital) e achar que é algo paralelo.

Demanda não é garantia de contratação

A lacuna observada na procura por profissionais é explicada justamente pelo crescimento rápido e recente do setor. "A situação do mercado digital não é muito diferente da situação da mão de obra para qualquer outro setor que esteja em transformação. Existe defasagem no processo de formação e de tempo de produção de conhecimento. O tempo que se leva para educar uma pessoa é mais lento do que o necessário, em termos de mercado" conta Marcos Felipe Magalhães, diretor de marketing da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH-Nacional).

Atualmente, o mercado de profissionais de marketing digital está em aquecimento. Existe uma demanda crescente por esses profissionais, porém falta pessoal qualificado, motivo esse pelo qual muitas empresas investem recursos próprios na formação de seus empregados dessa área.

Mas quais são essas empresas? E como se destacar dos demais para entrar nesse mercado?

De forma genérica, podemos segmentar essas empresas de três maneiras:
- Agências de publicidade e/ou consultoria em marketing digital;
- Empresas de web design que ofereçam o serviço de marketing digital;
- Empresas de diversos segmentos que tenham recursos humanos próprios para cuidar do marketing digital.

Todos esses tipos de empresas conhecem a dificuldade de encontrar um profissional experiente no mercado que esteja disponível, contudo valorizam aqueles que possuem algum tipo de formação na área. Portanto ter cursos de SEO, SEM, Google Analytics, especializações em marketing digital, mídias sociais, etc, são fundamentais para chamar a atenção dessas empresas.

O posicionamento dos profissionais de marketing digital pode ser considerado sob a ótica de duas premissas: a experiência e a formação teórica do profissional, formando cinco grupos principais:

Grupo A (pouca experiência e pouca formação teórica): Pessoas com pouca ou nenhuma experiência e formação teórica. Esse grupo tem menos chances de se inserir no mercado. Uma boa forma é investir em formação teórica.
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Grupo B (alguma experiência e alguma formação teórica): Grupo que já está no mercado, normalmente pessoas que tiveram uma oportunidade e aproveitaram para consolidar sua formação teórica. Esse grupo tem grandes chances de crescimento.
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Grupo C (pouca experiência e muita formação teórica): Grupo que investe muito em formação teórica para se inserir no mercado. Esse grupo está mais bem qualificado e possui grandes chances de conquistar a sua oportunidade nessa área.

Grupo D (muita experiência e pouca formação teórica): Grupo que desde cedo conseguiu suas oportunidades nesse mercado, mas seu crescimento foi desproporcional ao investimento em formação teórica. Normalmente empreendedores que abriram suas empresas e hoje estão mais pautados na experiência. Correm o risco de ficarem obsoletos se não se atualizarem.

Grupo E (muita experiência e muita formação teórica): Grupo de elite que possui todas as premissas necessárias para ser considerado um profissional de valor. Trata-se de um grupo bastante restrito que normalmente ocupa cargos gerenciais.

Seja qual for o grupo que você esteja inserido aproveite as oportunidades que crescem neste ramo cada vez mais.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A publicidade social atinge novos patamares

Seja para vender produtos, seja para contrução da marca, engajamento ou qualquer outra finalidade, as marcas estão cada vez mais usando as redes sociais como meio de publicidade.
Muitas ainda não sabem ainda nem como medir resultados, mas já sabem que o importante é estar presentes nestas redes.
O Facebook caiu nas graças das empresas e vem bem a frente de outras redes como Twitter e Youtube.
Saiba mais sobre o crescimento da publicidade nestas redes através deste infográfico desenvolvido pela Flowtow. Os profissionais de marketing digital devem ficar bem antenados com esta que é uma tendência.



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