terça-feira, 3 de outubro de 2006

RIC promove MaxiMídia SAT 2006 no Paraná

Pelo segundo ano consecutivo, a RIC – Rede Independência de Comunicação trará ao mercado paranaense um dos mais importantes eventos de comunicação mercadológica do país, o MaxiMídia. As palestras do evento – que será realizado de 3 a 5 de outubro, no Hotel Gran Meliá WTC, em São Paulo – serão transmitidas, ao vivo, via satélite e com exclusividade, através do MaxiMídia SAT 2006, para Curitiba, Londrina, Maringá, Cascavel e Ponta Grossa.

Em sua 16ª edição, o MaxiMídia tem como tema central "Foco & Resultado", e vai reunir alguns dos principais nomes da comunicação e marketing no Brasil e no mundo para debater os novos caminhos no mercado da comunicação. Entre os palestrantes estão: José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni (TV Vanguarda), Eduardo Giannetti da Fonseca (economista e professor do Ibmec), Greg Johnson (McCann Erickson – EUA), Jaime Troiano e Cecília Russo (Troiano Consultoria de Marca), Roberto Justus (Young & Rubicam), Louise Sams (Turner – EUA), Karim Rashid (Karim Rashid – EUA), Adriana Cury (McCann Erickson), Fabio Fernandes (F/Nazca), João Daniel Tikhomiroff (Jodaf Mixer), Ruy Lindenberg (Leo Burnett) e Sergio Gordilho (Africa).Segundo Carlos Manzoli, diretor de Planejamento e Comercialização da RIC, o objetivo da rede em patrocinar MaxiMídia SAT 2006 no estado é "oportunizar à comunidade paranaense a integração e participação em um evento de nível internacional, que possibilita a equalização de experiências e conhecimentos do mercado". Em cada uma das praças onde serão transmitidas as palestras, a RIC espera reunir cerca de 300 pessoas entre publicitários, profissionais de marketing e comunicação, formadores de opinião e estudantes.

As inscrições são gratuitas, mas limitadas, e os participantes, além de assistir às palestras, poderão interagir em tempo real, via Internet, com os palestrantes e debatedores, elaborando perguntas, tirando dúvidas e expondo seus pontos de vista.Neste ano a organização da RIC inova com o lançando do MaxiMídia InfoWeb, um hot site que traz todas as informações necessárias para quem quiser participar do evento em qualquer uma das cinco cidades envolvidas, e o MaxiMídia Educação & Extensão, que oferece informações de cursos de Pós-Graduação e desenvolvimento profissional de instituições de todo o estado do Paraná. "Com a união dessas ações a RIC possibilita a criação de um grande fórum de comunicação no Paraná, gerando discussões sobre novas tendências, bem como oportuniza círculos de relacionamentos e negócios nas áreas da Comunicação e do Marketing", completa Manzoli. Mais informações e inscrições, no endereço www.clickric.com.br/promo_maximidia/hotsite.

CCPR formaliza parceria com a FCC

A Fundação Cultural de Curitiba (FCC) e o Clube de Criação do Paraná (CCPR) formalizaram um termo de cooperação técnica para a primeira etapa de revitalização do Centro de Criatividade de Curitiba, no Parque São Lourenço. A parceria tem como objetivo a preservação da memória da comunicação paranaense, com a implantação de uma biblioteca temática, um programa de cursos para a comunidade e a realização de atividades permanentes para revelar novos talentos na área. "Essa será a primeira de várias parcerias para o espaço cultural", diz Paulino Viapiana, presidente da Fundação Cultural. Renato Cavalher, presidente CCPR, revela que a entidade tem grande interesse em desenvolver novos talentos em propaganda, design, Internet e criatividade promocional – "segmentos em franca expansão em Curitiba", afirma. Segundo ele, "ações a partir do Centro de Criatividade vão permitir um diálogo cada vez mais próximo entre as linguagens artísticas e a criatividade em comunicação", completa.

Mídia online ganha com a proibição do outdoor?

Aprovado o projeto de lei que prevê a extinção de outdoors e painéis eletrônicos em São Paulo, resta uma dúvida: os anunciantes vão utilizar mais a web para atingir seus públicos?
A Câmara Municipal de São Paulo aprovou um projeto de lei que prevê a extinção de outdoors e painéis eletrônicos. O nome do projeto já diz todo o argumento usado para sua aprovação: Cidade limpa.
Mas não é só o outdoor que vai sumir, praticamente toda mídia exterior vai deixar de existir em São Paulo. Outdoors, cartazes, lambe-lambes (cartazes enormes colados em muros), empenas (cartazes gigantescos que ocupam as laterais de prédios), enfim, só restará propaganda em mobiliários públicos como bancos de praça e pontos de ônibus.
Uma cidade mais limpa
De fato há um exagero na exploração da mídia exterior em São Paulo. Um dos motivos é que em São Paulo, assim como em outras grandes cidades, o publicitário não precisa pensar na mídia exterior como uma peça que precisa comunicar rápido. Com o trânsito totalmente parado de todos os dias, o paulistano passa horas olhando para os lados. Com tanto carro na rua, a mídia exterior se tornou irresistível.
De acordo com a prefeitura, há cerca de 20 mil anúncios deste tipo em São Paulo. Realmente não há onde parar os olhos sem ver uma sacadinha interessante, uma foto bonita de alguma marca de moda, ou mesmo um daqueles cartazes que nos fazem torcer o nariz.
Para onde vamos olhar agora?
Sinceramente, eu gosto de outdoor. Quando eu comecei a estudar design, meu sonho era fazer um desses. Agora fico pensando: para onde vou olhar quando estiver parado no trânsito, para os prédios?
Com todo respeito aos arquitetos - profissão prima do design - eu prefiro olhar cartazes como este da Cicarelli seminua para a Hope, cobrindo toda a lateral de um prédio, do que ver a lateral do prédio.
Mas, deixando de lado a brincadeira, é claro que nem só de Cicarellis vive a propaganda em mídia exterior em São Paulo. Às vezes realmente a poluição visual é mais um elemento para nos tornar os notórios estressados que somos.
A verba vai para a mídia online
Conversamos com Julio Albieri, presidente do SEPEX (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior de São Paulo). De acordo com ele, este mercado movimenta R$ 240 milhões por ano. Para onde vai esta verba?
Muitos dos anunciantes são empresas pequenas, que não têm condições de pagar por um anúncio em televisão e outras mídias mais caras. Verão na web uma alternativa para a comunicação com o público? Poderão se beneficiar da alta capilaridade, da participação do usuário, da interatividade e dos diversos formatos, como texto, áudio e vídeo?
A web tem um poder que o outdoor dificilmente teria: mensurar seus resultados, comprovando o retorno sobre o investimento. Há também os links patrocinados, onde o anunciante só paga pelo clique que o anúncio receber, ou seja, só paga se a campanha der resultado.
Haverá realmente um aquecimento do mercado online em São Paulo? O outdoor é realmente um crime contra a beleza da cidade? Outras cidades deveriam seguir o exemplo?
[Webinsider - Gilberto Alves Jr.]

segunda-feira, 2 de outubro de 2006

O Cliente

Conhecer, ouvir e interagir com o cliente é dever de toda organização que quer prosperar, pois o cliente é o fator gerardor de receitas e lucros.
Por que é importante conhecer profundamente o cliente ?
Sem cliente não existem negócios e não há geração de riquezas. Portanto conhecer bem o perfil e as necessidades do cliente é vital para a permanência e crescimento da empresa no mercado.
O que é cliente interno e externo ?
O cliente externo é aquele que paga, é influenciado ou se beneficia de algum produto ou serviço da empresa. Ele não faz parte da organização.
Todos os colaboradores da empresa, do dono ao operário ou atendente, constituem os clientes internos.
Ora é fornecedor de alguma coisa para um colega ou cliente externo, ora é cliente interno de um colega, ora é processador de alguma coisa, executando tarefas e funções.
Portanto o bom desempenho de todas as tarefas afeta diretamente a qualidade, a produtividade e a performance da empresa como um todo.
Como obter informações do meu cliente externo, atual e potencial ?
Como conhecer e traçar o perfil dos clientes ?
· Converse rotineiramente com seus clientes;
· Ouça as opiniões sobre tudo que envolve o seu negócio;
· Aplique rotineiramente as ferramentas de captação de informações;
· Utilize as informações como instrumento gerencial para a tomada de decisões;
· Encare uma sugestão como oportunidade de melhoria;· Construa um banco de dados com as informações obtidas.
Como captar informações ?

CLIENTES EXISTENTES
1. Cartão de visitas
2. Notas fiscais emitidas
3. Entrevistas pessoais por telefone, mala-direta ou e-mail e questionários de avaliação ou sugestões
4. Painel de clientes
5. Pesquisa dirigida, realizada por institutos de pesquisa

CLIENTES POTENCIAIS
1. Degustação / experimentação
2. Entrevistas pessoais, por telefone, mala-direta, encarte ou e-mail
3. Entrevistas com grupos de potenciais clientes
4. Pesquisa dirigida e realizada por institutos de pesquisa

O que o cliente espera de uma empresa ?

Expectativas do cliente em relação à empresa

1. Quer ser tratado como único, exclusivo, e não como apenas um número;
2. Quer receber bom atendimento e ser ouvido;
3. Não tolera ser enganado;
4. Quer receber explicações claras e corretas sobre o produto ou serviço que está adquirindo;
5. Quer receber exatamente o que lhe foi prometido;
6. Valoriza serviços pós-venda;
7. Dá ao tempo (de entrega, de resposta, de atendimento, etc) uma importância cada vez maior;
8. Caso exista algum problema ou reclamação, espera ser atendido rapidamente por alguém com competância para resolver a situação;
9. Quer ser recompensado pela sua fidelidade, obtendo vantagens ou descontos em futuras transações;
10. Quer pagar o preço justo, considerando a concorrência e a qualidade do bem ou serviço a ser adquirido;
11. Compara e avalia a relação custo-benefício. Não hesita em mudar de produto, fornecedor ou serviço quando percebe mais vantagens num concorrente.
Que requisitos a empresa precisa satisfazer para atender bem os clientes ?
REQUISITOS ESSENCIAIS PARA UM EXCELENTE ATENDIMENTO
Recrutar - Funcionários com potencial de crescimento em todas as áreas. É preferível ser exigente no recrutamento, pagar melhor e ter qualidade no corpo funcional a ter uma grande quantidade de funcionários medíocres.
Investir - Em treinamento e educação continuada, de forma que cada colaborador domine sua função e contribua para o entrosamento da equipe e o bom desempenho da empresa.
Dar - Autoridade, responsabilidade e incentivos aos funcionários, especialmente aos que têm contato direto com o cliente.
Perseguir - O "zero defeito"
Medir - os indicadores vitais do negócio
1. tempo de produção;
2. tempo de entrega;
3. tempo de atendimento de um pedido;
4. tempo de espera em fila;
Executar - Com presteza qualquer trabalho requisitado.
Utilizar - A tecnologia sem nunca perder de vista a importância do fator humano na interatividade entre empresa e cliente.
Ter - Flexibilidade, criatividade e bom senso para resolver problemas e propor novas soluções.
Criar - Um ambiente harmonioso entre os departamentos da empresa.
Corrigir - Com presteza eventuais falhas, antecipando soluções alternativas, se for o caso.
Aprender - Com os erros e acertos. Mostrar disposição para melhorar, adaptar e mudar, sempre que necessário.
Existem clientes mais importantes que outros ?
PRINCÍPIOS DE DIFERENCIAÇÃO
- Um cliente é mais importante que um não-cliente;
- Alguns clientes são mais importantes que outros;
- Clientes têm necessidades e desejos diferentes;
- Conhecer as diferenças é o que permite personalizar a oferta de produtos e serviços;
- Clientes geram retornos diferentes sobre o investimento aplicado no seu atendimento;
- O valor de um cliente determina quanto tempo e que investimento devem ser alocados a ele;
- Clientes que respondem melhor que a média devem receber benefícios mais freqüentes e mais valiosos;
- Clientes menos rentáveis requerem estratégias apropriadas;
- Segmentos com perfis diferentes necessitam de abordagens diferentes.
Como lidar com as reclamações ?
Refletir, estudar e escutar o seu público, por mais difícil que seja é uma das chaves para o sucesso de seu projeto e de sua em empresa.
Como construir marcar fortes
3 opções:

Liderança em produto
Excelência operacional
Intimidade com o cliente

As Bases de Marketing

As bases de marketing, quando criadas, buscavam dentro da amplitude de atuação, definir elementos que demonstrassem todo o seu vasto campo em premissas que pudessem sintetizar de forma rápida e clara todo um sistema.
Para isso, surgiram os 4 famosos P’s de marketing, todos derivados de definições de palavras inglesas que foram adaptadas para as línguas dos mais diversos mercados. Assim sendo, os 4P’s são: Place, Price, Promotion and Product.
Com a tradução para a língua portuguesa, obtivemos os famosos:
Praça – ou localidade onde serão inseridas as ações. Esta poderá ser dividida em região satélite ou principal, e secundárias;
Preço – ação realizada frente a questão da prática de agregar um valor monetário a algo, ou seja, atribuir um valor àquilo que estará sendo disponibilizado ao mercado;
Promoção – ações promocionais que estarão incidindo sobre certo produto e/ou serviço, de forma a estimular a sua comercialização ou divulgação;
Produto – este é o elemento que receberá as ações. É o foco em questão, aquele que estará sendo analisado e recebendo as influências diretas dos demais P’s de marketing.
De forma sintética apresentamos a definição dos 4 P’s de marketing, todavia o aprofundamento não caberá neste momento, visto que este é um dos pontos mais estudados, discutidos, analisados e divulgados ao mercado, que conhecemos. Mesmo que a pessoa não saiba exatamente da forma teórica destes elementos, poderá aplicá-los inconscientemente, porém de modo comum as suas atividades diante do mercado.
Esta diretriz mercadológica, com o passar dos anos e a evolução constante do mercado, recebeu novas atribuições e complementos, de forma a ampliar-se e adaptar-se diante dos novos rumos do mercado moderno. Sem perder suas características principais e sua amplitude de ação, estas bases de marketing englobaram os seguintes elementos:
Os 6 P’s de Marketing
Neste, percebemos uma modificação diante das premissas básicas, pois as atribuições agregadas não levam em consideração as definições de origem, com formato da língua inglesa. Para os 6 P’s de marketing, além dos quatro iniciais, agregaram-se mais Pesquisa e Público-alvo, estes que por natureza da língua inglesa seriam, respectivamente, research and target.
Uma destas novas atribuições provêm de Market Research, ou seja, pesquisa de mercado, responsável pelos levantamentos indispensáveis para toda e qualquer análise de ação diante de uma marca, produto ou serviço a ser trabalhado. A necessidade de obter o maior número de dados a respeito do mercado de atuação vai ao encontro com as definições básicas de primeira necessidade, isto porque, enxergar o mercado de forma analítica traz inúmeras observações e oportunidades daquilo que se almeja.
Já a questão do Target, ou público-alvo, deve-se ao fato de que qualquer produto ou serviço é destinado a públicos distintos, mesmo que muitas vezes este agregue um grande número de classes sócio-econômicas, faixas etárias e sexo. A definição do target é importante para nortear as ações de marketing, dentro de um contexto, isto porque, há a necessidade de se trabalhar nichos de mercado e isso só poderá ser identificado a partir de uma definição clara de qual o tipo de consumidor será atingido.
Os 7 P’s de Marketing
Os 7 P’s de Marketing, agregam além dos quatro iniciais, outros três que se apresentam como: People, Physical Premisses and Profit. Assim como a definição dos 6 P’s de Marketing, esta recebe a análise frente a questão dos consumidores, através de elementos como pessoas e premissas físicas.
Quando analisamos a questão pessoas, devemos voltá-la a definição do target, ou seja, quem será trabalhado e prospectado diante de um grande mercado. Esta definição, como apresentada anteriormente, é de extrema importância no momento de nortear as bases a serem seguidas por qualquer plano de ação.
Agregando uma análise mais aprofundada diante do público a ser trabalhado, apresenta-se a questão de estudo das premissas físicas existentes nos grupos de consumidores. Através desta, é que os profissionais de marketing poderão analisar as necessidades existentes, a partir de dados e hábitos dos consumidores. Assim sendo, conhecer mais a fundo aqueles que estarão recebendo as ações cria oportunidades e aspectos que muitas vezes, sem este tipo de estudo, não seriam possíveis.
Outro ponto, está relacionado diretamente a um dos objetivos de marketing em termos de ação. A necessidade da geração de lucros a partir das ações planejadas e executadas é uma busca incessante diante de elementos vitais dentro de uma organização. Como os Departamentos de Marketing, em suas inúmeras atribuições de trabalho, são responsáveis por criar novas oportunidades para a atuação empresarial, há a necessidade de uma estruturação de metas e objetivos a serem alcançados, principalmente diante do faturamento empresarial, visto que, o suporte a área comercial também está ligada ao campo de ação do marketing.
Novas atribuições devem ser geradas constantemente e monitoradas de forma a apresentar resultados positivos e lucrativos para as bases empresariais. Com a atuação em grande amplitude, podemos perceber a importância desta prática em meio a um contexto organizacional, o qual possui inúmeros outros processos diante de um sistema de ação
Os 4 A’s de Marketing
Além dos famosos P’s e suas novas atribuições, surgem também, dentro desta análise, os novos 4 A’s, que são voltados a uma questão estratégica, dentro de um processo de ação. Esta nova definição serve como base para a realização de um complemento da análise dos P’s, pois poderá direcionar a nova busca por soluções plausíveis de atuação.
Deste modo, os 4 A’s apresentam-se como: Analysis, Adaptation, Achive and Assessment.
A questão da Análise, está voltada diretamente aos estudos preliminares das ações que serão empregadas. Analisar é um elemento importante para que as diretrizes sejam executadas de forma consciente e clara, e para isto, faz-se necessário um levantamento inicial e um exame de todos os pontos que estarão envolvidos.
Após a realização de uma análise dos fatos, surge a necessidade de Adaptações do plano, de forma a adequar todas as fases do projeto em uma linha, aparando as arestas que possam surgir de acordo com a iniciação. A adaptação pode ou não ocorrer dento do contexto de ação, porém é importante tê-la dentro do processo para eventuais situações que possam surgir.
Transpostas as fases iniciais do projeto e do estudo, surge o momento de Ativar a realização do plano. Executar, fazer com que este seja empregado diante de suas premissas de forma a buscar as metas e os objetivos, previamente definidos. O transcorrer do processo deverá ser monitorado a todo momento, de forma a avaliar as questões que por ventura possam surgir no decorrer das ações.
Por fim, como todo projeto possui um desfecho, um fim diante daquilo que foi projetado e dentro de uma cronologia definida, faz-se necessária a Avaliação dele todo, para que assim possam ser colhidas as experiências, os resultados positivos e negativos e principalmente analisar se as metas e os objetivos definidos, foram alcançados. A avaliação é extremamente importante para que ocorra um feedback daquilo que foi realizado e para que esta experiência sirva de bases para as futuras ações.
Assim sendo, buscou-se apresentar neste artigo, algumas das premissas do marketing, sejam elas novas ou antigas, mas que a todo momento surgem nos mais diversos processos, visto que, como dito no início, muitos profissionais executam estas fazes de forma inconsciente, porém com a clareza dos fatos, que são evidenciados por experiências anteriores.
Com certeza, ao ler este artigo você já se questionou sobre outras definições que podem ter surgido no transcorrer do tempo, porém a apresentação destes elementos, serve para que todos nós possamos executar as fases de um projeto com a consciência daquilo que estamos realizando, não atuando de forma obscura.
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