quarta-feira, 18 de junho de 2014

Percurso de Uma Pesquisa no Google

Google montou um infográfico que mostra o percurso de uma pesquisa no site, de como uma consulta viaja 1.500 milhas a uma velocidade próxima à da luz para atingir centros de dados diferentes ao redor do mundo como ele classifica seus resultados.

Em um infográfico passado à Mashable, o Google compara a web a um livro com milhões de páginas. motor de buscas
gigante gastou um milhão de horas de computação na construção do índice, que consiste em mais de 100 milhões de gigabytes. Quando você realizar uma pesquisa, os algoritmos do Google iniciam a consulta e viajam centenas de milhões de quilômetros por hora para acertar os centros de dados diferentes e obter resultados relevantes.

"Nós encontramos o caminho mais rápido para o centro de dados mais perto de você porque não queremos ser mais lentos que  a velocidade da luz", um porta-voz do Google disse Mashable. "1.500 quilômetros, é um número médio, e pode ser muito menos para você em certos momentos, dependendo do tráfego da web proximidade do centro, os dados e as características que são acionados."
 

O algoritmo também utiliza mais de 200 sinais, incluindo conteúdo , a URL e o título de uma página web, as palavras em uma página web e qualidade do conteúdo em um site - para decidir quais as páginas que são mais relevantes.

Não só a pesquisa do Google para usuários de bilhões de palavras-chave a cada dia, o motor de busca respondeu 450 bilhões de novas consultas únicas que nunca tinha visto antes. Na verdade, cerca de 16% de buscas diárias do Google é novo.

A empresa tem sido relativamente franco recentemente sobre como funciona uma pesquisa no Google. Em abril, um engenheiro de software do Google cabeça detalhado em um vídeo do YouTube como ele vasculha a web em uma base diária para fornecer resultados mais up-to-date para os usuários.

Para mais informações sobre como funciona uma pesquisa no Google, confira o infográfico abaixo.
Google Search Infographic

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Mídia Online no Brasil - Infográfico

Estudo sobre o mercado brasileiro de publicidade digital, lançado pelo site da eMarketer em 2012, aponta o país como polo de atração para investimentos em mídia digital. Neste infográfico, você confere quem são os maiores anunciantes brasileiros, os principais meios de mídia display e as expectativas de faturamento para o futuro.

Infográfico - Mídia Online no Brasil


Investimentos em Mídia Online 

Nos últimos anos, os investimentos em mídia online no Brasil cresceram consideravelmente. Somente nos três primeiros meses de 2012, a internet alcançou 11,98% do mercado de publicidade. Segundo a lista do IBOPE (2012), as Casas Bahia detém a posição de maior anunciante de mídia online no país.

Principais meios de mídia display 

Segundo a lista da ComScore de dezembro de 2011, o Facebook é o principal meio de mídia display, com
17,4% do mercado. Os portais Globo.com e UOL completam a lista dos três primeiros colocados, com 14,1% e 12,2% do mercado, respectivamente.

Expectativas

Em 2013, o faturamento publicitário digital deverá crescer 20%, chegando a R$ 4,8 bilhões. Para 2014, a previsão é de um aumento de 28%, fazendo que a publicidade digital no país atinja R$ 5,7 bilhões. Com esse crescimento, o Brasil deverá superar o Reino Unido, tornando-se o 5º maior mercado publicitário do mundo.


 Infográfico: Mídia Online no Brasil | WebXTool.com.

terça-feira, 12 de março de 2013

Painel de Indicadores - Dashboard em Excel 5 - Links Patrocinados

Dashboard desenvolvido em excel para a gestão de campanhas de Links Patrocinados do Google AdWords. Todas a métricas e KPIs podem ser visualizados em tabelas comparativas com os períodos selecionados pelo usuário ou nos gráficos dinâmicos de comparação. Os gráficos possuem seletor para a escolha das métricas a serem visualizadas. Além dos dados de LP, pode ser feita a comparação com as demais fontes de tráfego ao site e também os dados de e-commerce, como transações, receita, Ticket Médio, ROI. Por fim, há as tabelas de TOP 10 por palavras-chave, produtos e estados.

Atualização 1: Mapa de calor de posições nos resultados de busca por palavra-chave + Gráficos Velocímetro como termômetro da performance dos KPIs: CPC, CTR e Taxa de Conversão.

Atualização 2: Controle dos Investimentos: Orçamento, Investimento Atual, Investimento Restante, CPC e gráfico de investimento dos últimos 9 meses X CPC Médio.




domingo, 10 de junho de 2012

Marketing Digital: O processo de Inbound Marketing (Infográfico)

O termo Inbound  na web se refere ao fluxo de visitantes externos direcionados por links que apontam para um site. Inbound marketing é o marketing focado em gerar tráfego de visitantes que estão procurando assuntos relacionados ao site que adota esta técnica. É uma atração passiva e não invasiva.

Ao invés de ficar martelando a mesma informação para uma grande massa de público não homogêneo, a tecnologia atrai para o negócio um público altamente qualificado, como um magneto.

Confira mais sobre o processo de Inbound Marketing no Infográfico abaixo:


Add caption

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Marketing Digital: As novas métricas do Google para as campanhas online

Com o lançamento da ferramenta Brand Activate Initiative, as análises sobre o ROI terão melhor qualidade e trarão perspectivas mais reais para os anunciantes.

Hoje, as campanhas online são mensuradas basicamente por taxas de cliques e interações dos usuários. Para mudar essa realidade “viciada” e dar ao anunciante informações mais precisas sobre o andamento de sua campanha, o Google anunciou a ferramenta Brand Activate Initiative, que promete “reimaginar” o retorno sobre o investimento.
A novidade, inicialmente, será dividida em dois componentes: o Active View e o Active GRP. O primeiro vai medir a quantidade de impressões que um anúncio teve – levando em consideração que uma impressão somente é contabilizada quando a mensagem é vista ao menos 50% na tela e por um tempo mínimo de um segundo.
Já o segundo – Active GRP – é a versão online do Gross Rating Points (Pontos de Audiência Bruta), índice usado para mensurar o alcance de uma campanha televisiva. Com esse componente será possível analisar quantas pessoas viram o anúncio, qual público foi atingido e outras informações.
A diferença com o modelo televisivo é que a “versão Google” será em tempo real. O anunciante poderá analisar a campanha a todo segundo, como ocorre hoje com o monitoramento de site via Google Analitycs.
A intenção da empresa de Larry Page ao lançar o Brand Activate Initiative é mostrar ao empresário que a eficácia da publicidade online pode ser mensurada como a da televisão.

Investimento em publicidade online cresce

O investimento em publicidade online cresceu 22% em 2011 nos Estados Unidos, segundo pesquisa da consultoria PricewaterhouseCoopers, movimentando 31 bilhões de dólares. No Brasil, que seguiu o mesmo ritmo, o aumento foi de 19,63%, de acordo com levantamento do jornal Meio & Mensagem.
Levando em consideração o investimento em publicidade online e o crescimento do número de internautas, não é difícil perceber porque empresas como Google, Facebook e outros “monstros” da tecnologia lançam, a todo o momento, ferramentas para atrair empresários. A internet é uma mina repleta de diamantes. Aproveite ou perca dinheiro!

fonte:[Webinsider]

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Marketing Digital: 5 ferramentas digitais para impulsionar a sua marca em 2012 (Infográfico)

Para o profissional que trabalha com marketing digital, este infográfico mostra 5 ferramentas que parecem crescer exponencialmente e são cruciais no desenvolvimento e consolidação da imagem da sua marca. Essas ferramentas incluem (mas não estão limitados a) Social Bookmarking, F-commerce, E-commerce, emissão de cupons digitais, e compartilhamento de fotos móvel. Confira as estatísticas sobre porquê essas 5 ferramentas são importantes, bem como alguns exemplos no que diz respeito de como as empresas estão usando esses recursos para obter máximo benefício!

 Cheap Sally's 2012 Digital Tools

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Marketing Digital: Qual o caminho do Marketing Digital para PMEs?

Caminho é investir na criatividade e criar um diálogo certeiro com o consumidor. Planejamento também é essencial na hora de colocar a marca no mundo digital

O crescimento constante da internet e do e-commerce no Brasil tem representado uma oportunidade para os que querem empreender, mas também um desafio. Como se destacar em um cenário que caminha para o amadurecimento e testemunha a disputa cada vez mais acirrada de players de todos os tamanhos – desde os que nasceram originalmente no universo digital até os grandes varejistas que também apostam na internet?

Não só no varejo eletrônico, o Marketing Digital mostra-se uma ferramenta importante para as pequenas e médias empresas que querem crescer e ganhar notoriedade no mercado. Em uma era direcionada para o relacionamento, quem não tem verba para investir pesado na comunicação tradicional ganha espaço com criatividade e um diálogo certeiro com o consumidor na web.

“As empresas fogem cada vez mais do caminho do branding tradicional e optam pelo relacionamento, pelo bate-papo com os clientes. Trabalhar bem as mídias sociais é um dos principais meios. Exige mais criatividade e estratégia do que dinheiro”, acredita Flávio Horta, Diretor da Digitalks, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Nem tudo que está na moda é adequado
Os modismos, no entanto, devem ser vistos com cuidado quando o assunto é internet. Há quatro anos em operação, a Doce Beleza opera exclusivamente online vendendo cosméticos, especialmente produtos para os cabelos. Em um primeiro momento, a prioridade foi investir em mecanismos que dessem visibilidade à marca.

“A grande vitrine para negócios baseados na internet é o Google, com adwords e busca orgânica. É daí que vem quase toda a visibilidade que a empresa pode ter, independente do porte. Obviamente, quanto mais verba, mais visível ela tende a estar”, conta Celso Vistra, Gerente de Marketing da Doce Beleza, em entrevista ao portal.

Foram necessários dois anos para que a empresa desse um novo passo e investisse em mídias sociais. A estratégia da Doce Beleza nestes canais, entretanto, não é orientada para vendas, e sim para o relacionamento. A intenção sempre foi ter um espaço para que as consumidoras discutissem, tirassem dúvidas e falassem sobre assuntos relacionados ao universo da beleza.

A importância de um diagnóstico correto
Agora, o investimento é ainda maior. A Doce Beleza está reformulando os canais existentes, como Linkedin, Facebook, Twitter e Youtube, e criando novos perfis no Pinterest e no Tumblr, além de um blog. Tudo para incentivar ainda mais a conversa e fortalecer a marca, contribuindo para o aumento do faturamento da empresa, que em 2011 cresceu 55%, atingindo R$ 12 milhões. Para a Doce Beleza, as mídias sociais devem manter-se como um canal de relacionamento e deixar as vendas a cargo da loja virtual.

“Acompanhamos o social commerce e não descartamos a possibilidade, mas pensamos que não é uma plataforma adequada para o nosso negócio. A navegabilidade de um portal bem estruturado, como pesquisa de produtos, é infinitamente superior à da plataforma do Facebook, por exemplo”, diz Vistra, ressaltando que, no caso de empresas que estão começando, as vendas por meio de plataformas como o Facebook e sua Like Store podem ser uma alternativa rentável.

Antes de pensar em outros canais, no entanto, é importante fazer uma avaliação do próprio site e das ferramentas já utilizadas. Algumas mudanças simples podem trazer resultados satisfatórios. Foi o que aconteceu com o Instituto de Estudos Franceses e Europeus (IFESP). Depois de reformular toda a estratégia digital, o IFESP conseguiu passar de um faturamento de R$ 750 mil em 2009 para R$ 1,5 milhão em 2011 e gastar duas vezes menos com Marketing.

Mudanças que fazem a diferença
Em 2009, o IFESP contava com um site feito de maneira artesanal, mas com um bom posicionamento nas buscas orgânicas. Com a reformulação do portal, entretanto, a visibilidade diminuiu e aumentaram os gastos na compra de palavras-chave. “Desconhecendo as melhores práticas de Marketing Digital, percebemos que não iríamos muito longe e o custo seria alto”, explica Alexandrine Brami, Sócia-Diretora do IFESP, em entrevista ao Mundo do Marketing.

O primeiro passo foi diagnosticar os problemas e transmitir para a equipe o que estava errado e precisava ser mudado. Em seguida, foi necessário ganhar notoriedade na internet para aumentar a taxa de conversão dos prospects em clientes. Foi o momento, então, de mudar mais uma vez o site, que passou a ser orientado para buscas orgânicas.

Como o maior problema era justamente a conversão de clientes, o instituto também investiu na melhoria do sistema de e-mail Marketing. “Enviávamos e-mail e as pessoas marcavam como spam ou pediam para sair do mailing. Encontramos uma empresa que não só oferecia a prestação de envio, como também a consultoria em otimização dos e-mails”, lembra Alexandrine, ressaltando que a medida mais que triplicou a taxa de abertura, passando de 6% para 20%, e expandiu de 10% para 35% o número de cliques dos e-mails.

Marketing Digital também demanda investimentos
Apesar de parecer pequeno, se comparado ao Marketing tradicional, o investimento em Marketing Digital deve ser cuidadoso e planejado para minimizar erros. “Para a pequena empresa, montar uma equipe de mídias sociais tem um custo alto. Utilizar os próprios funcionários acaba sendo um caminho mais viável”, sugere Horta, da Digitalks. “Os profissionais de Marketing precisam se adaptar a um mundo com mais números. Na internet, a ação vai para o ar e começa o trabalho de mensurar, entender, mudar e melhorar, de forma contínua”.

É exatamente a falta de estratégia um dos principais erros de quem investe em Marketing Digital. “Entrar na internet sem planejamento é um tiro no pé. Tem que estar preparado para o consumidor que vai falar de você, bem ou mal. O Santander, por exemplo, tem uma política de responder em até duas horas no Twitter e quatro ou cinco horas no Facebook. Pelo telefone, são cinco dias. Isso mostra a diferença do buzz que um consumidor insatisfeito pode causar nas redes sociais comparado ao telefone”, considera Horta.

Entre as próximas tendências, além das mídias sociais que já são mais do que exigência, está o mobile. “No futuro vejo tudo isso que estamos falando muito mais forte no mobile, que já é uma realidade. Os preços dos smartphones estão cada vez caindo mais e daqui a pouco os tablets serão mais baratos do que computadores. Veremos o boom do Brasil móvel”, destaca o Diretor da Digitalks.

Fonte: Mundo do Marketing

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Marketing Digital: Infográfico Interativo: Coca Cola vs Pepsi

Por mais de um século Coca-Cola e Pepsi estiveram na garganta um do outro em uma luta constante por uma fatia maior no billionário mercado de refrigerantes.

Ao longo do tempo as empresas têm captado uma enorme quantidade de seguidores e fãs, convencidos de que sua cola reina suprema. Embora existam inúmeros locais onde você pode verificar as histórias das empresas, foi criado este infográfico interativo desta guerra das colas.

Embora pareça ser um infográfico estático, ele é realmente interativo. Se você olhar de perto, há dois vídeos construídos diretamente no meio do infográfico e podem ser clicados. O gráfico de crescimento no topo também é interativo. Clique em uma década, e em seguida, escolha o ano específico, e ele exibe eventos em cada história das empresas relacionadas a esse período de tempo.

A interatividade é tão sutil que a maioria das pessoas provavelmente não irão notar mesmo estando escrito no título ou aqui no comentário.

This infographic created by CnnTees. Read the original blog here.

quinta-feira, 1 de março de 2012

Marketing Digital: Use o Youtube para aumentar as conversões da sua loja virtual

Todos empresários de e-commerce estão sempre em busca de uma maior conversão da loja virtual. SEO, descrição de produtos e fotos são estratégias populares que ganham força com a interferência de vídeos bem produzidos. Filmar um eletrodoméstico em funcionamento ou até mesmo uma modelo com uma peça de vestuário atesta, respectivamente, a qualidade e o caimento de cada produto. Para quem compra à distância, esse pode ser o estímulo que faltava.

Já é possível encontrar vídeos em grandes players do comércio eletrônico nacional. Entre os empresários de menor porte, eles são menos utilizados – o que precisa mudar, diga-se de passagem. O investimento necessário já não é alto, como foi um dia, e está acessível a qualquer um que queira fazer a diferença (para o cliente e na conversão) dentro da plataforma de vendas e também em outras fontes, como no Youtube.

O site de vídeos do Google tem uma audiência imensa e em crescimento. Segundo dados da empresa divulgados em janeiro deste ano, quatro bilhões de vídeos são assistidos diariamente. Número 25% do que o computado nos últimos oito meses. O mais surpreendente: por minuto, o site recebe 60 horas de novos vídeos. A plataforma ainda gera US$ 5 bilhões em base anualizada apenas com a publicidade online convencional, aquela exibida ao lado dos vídeos assistidos.

Identidade própria
A plataforma de vídeos ainda oferece gratuitamente a possibilidade de criar canais próprios, com os quais o varejista pode cadastrar cada vídeo produzido. Os vídeos ajudam muito na conversão e o cliente pode ainda mensurar esse impacto, por exemplo, usando as ferramentas de análise de tráfego do Youtube, concomitantemente aos números da loja virtual.

Esse canal, de identidade própria, funcionaria como uma extensão do e-commerce. É importante frisar: o e-consumidor precisa se sentir seguro sempre, não apenas ao acessar uma plataforma com recursos básicos para o comércio eletrônico (como navegabilidade e usabilidade), mas ainda em relação ao produto. Esse é o papel dos vídeos, ferramenta de publicidade muito mais barata do que criar e exibir um comercial para TV, por exemplo.

Alguns cases apontam para uma conversão quase 150% maior com a ajuda de vídeos, que devem se consolidar no Brasil entre os usuários de internet com a expansão do acesso à banda larga. [Webinsider]

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Marketing Digital: Internet e e-commerce crescem em janeiro

A primeira expandiu 2% no mês e o segundo, 32% nos 15 primeiros dias do ano

Os primeiros resultados da internet brasileira e do comércio eletrônico em 2012 começaram a ser divulgados nesta segunda-feira, 27. O Ibope Nielsen Online afirmou que em janeiro a internet brasileira voltou a crescer. O índice foi de 2% em relação ao mês anterior e de 11,2% sobre os 42, 7 milhões de usuários ativos em janeiro de 2011 (de 63,5 milhões de pessoas com acesso em casa ou no trabalho, 47,5 milhões foram usuários ativos em janeiro).

O uso residencial foi o que puxou o crescimento. De janeiro de 2011 a janeiro deste ano, os usuários domiciliares ativos passaram de 34,2 milhões para 39 milhões, 14% maior. O total de brasileiros com acesso foi de 78,5 milhões no terceiro trimestre de 2011. Os sites governamentais foram a categoria que registrou o maior número de usuários únicos, saltando de 22,3 milhões para 25,3 milhões em janeiro. A evolução de 13% é explicada pela maior procura em sites como o do Enem e do Prouni, assim como por informações relativas a tributos. Comparando com janeiro de 2011, o maior crescimento percentual de usuários únicos ficou em Automóveis (27%), seguido por Viagens (22%).

Já a publicidade também começou aquecida. Em janeiro foram mais de seis mil campanhas de 2.124 anunciantes. Os números são 39% maiores em relação a janeiro de 2011. O Ibope Nielsen Online afirma, ainda, que as peças publicitárias em formato display foram mais de 20 mil, representando aumento de 69% sobre o período equivalente de 2011.

E-commerce

E essa publicidade parece estar funcionando. Isto porque o eBit, por sua vez, divulgou que o crescimento do comércio eletrônico foi de 32% nos primeiros quinze dias de 2012, movimentando R$ 1,05 bilhão. No período equivalente em 2011, o montante ficou em R$ 802 milhões.

Neste caso, o bom desempenho foi atribuído aos saldões de ofertas da primeira quinzena do ano. Durante esse período, foram realizados 2,78 milhões de pedidos, configurando ticket médio de R$ 379.

Por fim, as compras coletivas movimentaram em janeiro R$ 98, 2 milhões e fizeram os consumidores economizarem R$ 186 milhões. Os dados são do InfoSaveMe, serviço do agregador de ofertas SaveMe, em parceria com o eBit.

O valor movimentado pelas compras coletivas em janeiro de 2012 significaram crescimento de 7,5% sobre o período equivalente em 2011. Foram comercializados 2,1 milhões de cupons, de 12,624 ofertas, com ticket médio de R$ 46,37. Segundo o estudo, a categoria com maior faturamento foi a de Hotel e Viagens (34% do total), seguida por Produtos (20%) e serviços de Saúde e Beleza (18%). Quanto às categorias com menor ticket médio, a liderança em volume de cupons vendidos ficou com os Restaurantes (31%), seguida de serviços de Saúde e Beleza (19%) e Entretenimento (18%).


Fonte: Meio & Mensagem

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Marketing Digital: As 6 melhores plataformas de midia social para os seus negócios

social1

As mídias sociais são fundamentais para as pequenas empresas que esperam fortalecer seus relacionamentos com clientes de uma forma atractiva. Mas, com tantas plataformas de mídia social em toda a web,  pode ser complicado manter uma presença em cada um. A melhor alternativa é ser ativo nesses sites que podem ajudar seu negócio. Mas como você sabe qual é o melhor para o seu negócio? Vejamos alguns aqui:

Facebook


No Facebook você pode criar uma página comercial onde pode postar atualizações, fotos, vídeo e se conectar com "fãs", potenciais clientes, e outros em seu setor.
 
Público: Facebook tem mais de 800 milhões de usuários ativos, intimamente divididos entre mulheres (58%) e homens (42%). Contrariamente à crença popular de que a mídia social é apenas popular com as gerações mais jovens, 54% dos usuários são de 35-54 anos, com 67% gerando entre $ 25.000 - US $ 75.000.
 
Melhor para:

     Envolver-se com clientes de forma mais dinâmica, carregando álbuns de fotos, postando atualizações mais detalhadas, e usando o seu perfil como uma extensão do seu site
     Construindo sua marca na comunidade do Facebook através de aplicações diferentes, como o Facebook Marketplace (que lhe permite vender diretamente do site).
     Rastreamento sua atividade via página do Facebook Insights para avaliar o tipo de conteúdo faz com que você mais gosta e atividade
     Networking como forma ampla e facilmente quanto possível

Google +

G + trabalha como o Facebook em que você pode interagir de forma mais dinâmica com a sua rede social. Mas G + permite que você compartimentalizar suas redes sociais, o que significa que você pode personalizar as mensagens certas para os contatos certos.

Audiência:
G + é ainda relativamente novo, no entanto, a maioria dos early adopters são do sexo masculino (63%) em relação ao feminino (37%). O público usuário do site é mais jovem do que outras redes sociais com a maioria dos usuários, sendo entre a idade 18-34.

Melhor para:


  • As empresas com os consumidores que são mais jovens
  • Criar mais interações sociais através de "grupos", permitindo que você envie descontos especiais apenas para certos tipos  de clientes, por exemplo.

 

Pinterest

Pinterest é uma "pin board" virtual que permite aos usuários marcar fotos / links que eles gostem, então organizá-los. Outros usuários podem gostar, comentar, e voltar a fixar esses links.
 
Público: A popularidade Pinterest do explodiu. O site estima ter recebido quase 11 milhões de visitas durante uma semana em dezembro (quase 40 vezes o número de visitas de seis meses antes). É definitivamente predominantemente feminino (83%), e 70% dos usuários geram entre $ 25.000 - US $ 75.000.

Melhor para:

  • Ganhar em exposição de produtos, especialmente produtos criativos ou projeto específico (cada post exige uma foto).
  • As empresas com bens visuais que também querem se envolver com seus consumidores.

   

Tumblr


O Tumblr é um blog simplificado que permite postar muitas coisas, incluindo texto, fotos, links, música, vídeos, com a vantagem adicional de ser capaz de postar a partir do seu telefone, browser, email, etc
 
Público: Tumblr é uma nova plataforma de mídia social que é mais popular entre os mais jovens: 72% dos usuários são menores de  44 anos, com mais mulheres (62%) do que homens (38%) que o utilizam.
 
Melhor para:
  • Tech-savvy - Empresas que querem usar a interface altamente personalizável como uma extensão da sua marca (alguns ajustes moderados em HTML são necessários).
  • On-the-go - você pode atualizar a partir de dispositivos móveis e definir posts para publicar mais tarde.
  • As empresas com o conteúdo que é altamente visual - metade de todas as mensagens são fotos.

 

O Twitter

O Twitter é um site de mídia social que permite que você publique mensagens de 140 caracteres para interagir com seus seguidores
Audiência: A maioria dos usuários do Twitter são do sexo feminino (62%), embora os homens(38%) também contribuem, 71% dos usuários são as idades 25 - 54, 63% dos usuários geram entre $ 25.000 - US $ 75.000.
 
Melhor para:
  • As empresas que não têm muito tempo mas querem ficar conectadas.
  • Descobrir quem está falando sobre sua empresa, permitindo que você se envolver diretamente em ações como promover novos produtos, prestar serviço ao cliente, pesquisa de mercado conduta, fazer perguntas, obter feedback, etc

 

YouTube


Este site de compartilhamento de vídeo permite aos usuários fazer upload de seus próprios clipes de vídeo,comercais, ou qualquer atividade que você possa promover através de vídeos.
 
Público: YouTube atrai homens e mulheres quase igualmente, mas em especial os maiores segmentos de utilizadores são aqueles de idade entre 45-54 (30%), seguido por 35-44 (22%), e 25-34 (18%).
 
Melhor para:
  • As empresas que fornecem serviços ou produtos que são favoráveis ​​a um meio visual, como tutoriais, demonstrações, etc
  • Marcas que podem produzir corretamente (e beneficiar) vídeos de qualidade.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Indexação nos buscadores: foco no cliente é a melhor arma


Conheça algumas dicas práticas de SEO para melhorar a visibilidade das suas ofertas e as taxas de conversão da sua loja virtual.



A cada ano, mais redes de lojas físicas de pequeno, médio e grande porte abrem lojas virtuais e novas empresas nascem somente para o mundo online. Com o aumento de empresas atuando no e-commerce, percebemos a diminuição do Retorno sobre o Investimento (ROI) das campanhas de uma loja virtual devido ao aumento da demanda de compra das mídias como AdWords, inflacionando os preços.

Portanto, os gestores investem cada vez mais em formas alternativas para mostrar os seus produtos aos potenciais clientes. Um desses meios são os buscadores, como o Google.
O SEO (Search Engine Optimization) é o conjunto de estratégias utilizadas com intuito de melhorar o posicionamento dos produtos, categorias, departamentos e todas as páginas de uma loja virtual nos buscadores. Na figura abaixo, podemos ver que os links marcados em vermelho foram pagos e os marcados em verde foram indexados organicamente pelo Google.

Busca pelo termo Netshoes

Nesse caso, a Net Shoes adotou uma estratégia melhor que a Corpo Perfeito para o termo pesquisado – “Tênis Nike” – e acabou aparecendo primeiro. Já a Corpo Perfeito adotou uma estratégia melhor que a World Tennis e assim por diante.
Segundo o manual de boas práticas do Google, um dos pontos chave para melhorar a indexação da loja virtual é a geração de conteúdo.
Veja dicas de como gerar e administrar o conteúdo e o tráfego para sua loja virtual:

1. Crie artigos relevantes para os consumidores dos seus principais produtos

A BodyBuilding, empresa americana de suplementos alimentares, possui matérias exclusivas sobre os seus principais produtos. Quando um cliente adquire um desses produtos, a equipe envia um e-mail customizado para o cliente informando que na loja virtual há uma matéria indicando como utilizá-lo.
BodyBuilding e-mail

2. Peça avaliações sobre o produto

A Net Shoes, em um determinado período após a finalização da compra, envia um e-mail para o cliente, pede opiniões sobre o produto comprado e faz uma série de perguntas relacionadas ao item.

netshoes página de avaliação

3. Vá atrás de quem também tem conteúdo

No mercado de moda feminina, vemos que diversos blogs possuem forte influência no processo decisório de compra. Faça alianças estratégicas com blogs ou canais de relevância no seu mercado e busque expor a sua loja nesses canais.

4. Pense… pense… repense quais palavras são mais relevantes para a sua loja

Criar conteúdo é importante, mas criar conteúdo contendo as palavras ou expressões mais significativas para a sua loja é essencial. Utilize ferramentas como o Google Insight e Key Word Tools para definir quais as palavras mais relevantes para o seu negócio.

5. Evite, ao máximo, os conteúdos duplicados

O Google não gosta de encontrar conteúdo duplicado. Portanto, utilize a ferramenta WebMaster Tools para identificar quantas e quais são as suas páginas que possuem conteúdo duplicado.  

via [Webinsider]

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Marketing Digital: Manual corporativo básico de relacionamento nas redes sociais

Para que sua empresa encontre o tom certo para lidar com o público, discuta estas 25 dicas claras e objetivas com sua equipe de monitoramento e relacionamento.



Como você se relaciona com seus clientes nas mídias sociais? Quais são as premissas que regem esse relacionamento? De que maneira as demandas de seus clientes são atendidas? Como você lida com as reclamações sobre produtos e serviços de sua empresa no mundo digital?
Atualmente, as companhias enfrentam o desafio de encontrar o tom certo para se relacionar com as pessoas nas mídias sociais, engajá-las, evitar crises e dar respostas a todo tipo de solicitação.
Para ajudar, preparei um manual básico de relacionamento nas mídias sociais. Apresento aqui 25 dicas que podem fazer toda a diferença para o sucesso de sua operação online:

1. Monitore o que as pessoas estão dizendo sobre a sua marca, produto ou serviço;

2. Ao ouvir o que as pessoas falam, identifique as mensagens que devem ser respondidas;

3. Deixe claro para seus clientes o horário que sua equipe de atendimento está disponível nas mídias sociais. Se você tem uma equipe monitorando seus perfis e respondendo aos clientes das 9h às 18h, comunique isso a seus seguidores;

4. Seja transparente. Admita erros e procure responder a todas as solicitações;

5. Ao responder às demandas de seus clientes, não fique na defensiva;

6. Diga sempre obrigado;

7. Ao responder solicitações e postar mensagens ou conteúdos, procure ser amigável. Deixe claro que há uma pessoa por trás dos seus perfis nos canais de relacionamento. Não esqueça, porém, que você deve mostrar profissionalismo e respeito a seus seguidores ao postar;

8. Antes de inovar nas respostas aos clientes, tenha em mente as seguintes questões: Quais serão as consequências de uma ação dessas? As pessoas vão gostar? Se eu escolher uma solicitação específica para responder de maneira inovadora, outros clientes não podem ser sentir inferiorizados? Eu possuo uma equipe capacitada para dar respostas diferentes a todas as solicitações? Dependendo do tamanho de sua equipe, o ideal é mesclar respostas padrões com respostas personalizadas;

9. Deixe o mural de sua página no Facebook aberto para as pessoas postarem suas mensagens;

10. Jamais apague de seu mural no Facebook reclamações sobre produtos e serviços de sua empresa, a menos que o texto seja uma ofensa gratuita;

11. Sempre que possível, responda às seus clientes em público. Só torne a conversa particular quando ela envolver dados sigilosos deles ou de sua empresa;

12. Depois de responder a uma solicitação de um cliente numa conversa particular, faça questão de registrar publicamente que ela já foi resolvida ou encaminhada para o setor responsável;

13. Pense antes de formular suas respostas. Apesar de ser necessário agir com rapidez nas mídias sociais, uma resposta mal elaborada pode causar um sério dano à imagem de sua empresa;

14. Se você não tiver uma solução rápida, mantenha o cliente informado de todos os passos que você tomará para alcançá-la;

15. Ao receber uma crítica, mesmo que você não concorde com ela, agradeça pelo feedback e mostre seu ponto de vista com cuidado;

16. Se você perceber que as pessoas estão reclamando de sua empresa por falta de informação ou porque alguém espalhou uma mentira, aja rapidamente para desfazer o mal entendido fornecendo elementos que provem o contrário;

17. Se você notar que muitas pessoas estão reclamando de um mesmo problema, dê explicações e mostre disposição para ajudá-las;

18. Tenha respostas prontas para questões comuns que as pessoas podem fazer a você nas mídias sociais. Por exemplo: como faço para trabalhar na empresa?

19. Divulgue e-mails específicos para as pessoas encaminharem detalhes de suas solicitações;

20. Se achar necessário, encaminhe seus clientes para páginas específicas do site da sua empresa, onde elas possam preencher formulários e detalhar solicitações;

21. Lembre-se que algumas pessoas podem postar reclamações que não dizem respeito a problemas específicos ou que não exigem uma solução da sua parte. Por exemplo, uma pessoa posta no mural de uma página de um banco no Facebook: “Odeio o sistema bancário brasileiro. Odeio o capitalismo”. Nesse caso, é melhor ignorar a postagem;

22. Se alguém usar seu mural no Facebook para postar textos preconceituosos, imagens pornográficas ou agressões verbais gratuitas, sinta-se à vontade para deletá-las;

23. Se uma postagem que você fizer no Facebook gerar uma discussão, só intervenha quando alguém relatar um problema concreto ou publicar alguma informação incorreta ou ofensiva. Em outras situações, deixe a discussão rolar livremente;

24. No Twitter, siga quem te segue. Assim, você pode trocar Mensagens Diretas com seus clientes quando for necessário; e

25. Crie um calendário para suas postagens nos diferentes canais de relacionamento (Twitter, Facebook e etc);

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Use as metodologias ágeis para desenvolver novos produtos

O conceito de MVP (minimal viable product) trabalha com versões e protótipos para aumentar a agilidade na criação de produtos.



A visão do produto futuro é o início de qualquer inovação de sucesso. Sem esta visão não se tem um objetivo comum. Toda a visão é uma hipótese que contém suposições sobre o futuro do produto, seus requisitos e o valor que ele vai agregar para a organização.
Pensando nisso, acho bem interessante o conceito de minimal viable product (MVP) do Lean Startup que, de forma bem resumida, trabalha com a ideia de criar uma primeira versão do produto para testá-lo o mais rápido e barato possível.
Esse processo é uma combinação de experimentações práticas o qual pode ser um protótipo descartável ou um incremento em produto já existente, buscando extrair dados para comprovar hipóteses bem como nuances e porquês por meio de investigações qualitativas.
A grande vantagem do MVP é responder a pergunta: se todo o esforço falhar, como podemos falhar o mais rápido possível?
Existem processos, metodologias, procedimentos e sistemas para evitar as falhas, mas no caso do MVP, estamos falando de hipóteses e não de algo que já fizemos e repetimos várias vezes.
Acredite, nós humanos falhamos!
Neste caso, falhar o mais rápido possível pode ser bom se você pensar que gastou menos recursos e tempo. A ideia é aprender mais em menos tempo.
O MVP ajuda a comprovar hipóteses porque funciona como um ciclo build-measure-learn: desenvolver, reunir feedback dos clientes e/ou usuários e aprender com eles.
gráfico evolução do produto
Para quem trabalha e/ou estuda métodos ágeis como Scrum, a prática que coloca o feedback dos clientes e/ou usuários como norte da evolução do produto (inspecionar e adaptar) é comum, mas existem diferenças entre as práticas do Scrum e do MVP.
O Scrum defende uma lista contendo as funcionalidades desejadas para um produto (Product Backlog) enquanto que no MVP, a preocupação principal é provar a visão inicial do produto.
A visão de um produto não pode ser usada diretamente como entrada do product backlog porque ela contém somente as suposições sobre o futuro produto, mas estas suposições podem ser úteis para identificar o trabalho necessário para validar a visão e assim os itens correspondentes a este trabalho podem ser colocados num esboço do product backlog, ou seja, o backlog será derivado da visão do produto, tornando-o implementável.
Tendo a visão e um product backlog inicial, é possível desenvolver o mínimo de funcionalidade necessária para testar as hipóteses. Desta forma, o MVP e Scrum podem trabalhar juntos.
Com o mínimo de funcionalidade necessária para testar, é possível buscar o feedback dos usuários e clientes e se o feedback dos clientes e usuários confirmarem a visão, faz-se a adaptação do product backlog, adicionando, por exemplo, novas ideias que ajudem a transformar a visão num produto de sucesso.
ciclo do produto
Quando o feedback anular uma suposição feita na visão, deve-se ajustar a visão e o product backlog.
Ciclo de vida do produto
No caso de incremento num produto existente a criatividade participa do processo de desenvolvimento, criando um ponto de equilíbrio que satisfaz a visão do negócio e um ângulo de inovação que não desvia o produto do caminho.
Concluindo, produtos brilhantes são resultado da correlação de modelos mentais entre os desenvolvedores e aqueles que irão utilizar o produto. Neste processo, o MVP somado ao Scrum coloca a equipe em contato com os clientes para identificar quais são as reais necessidades iniciando o processo de inovação. A experiência prática com o produto ajuda a entender o que o mercado quer e, portanto, consolida o produto e o torna eficiente.

via [Webinsider]

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Marketing Digital: Tendências tecnologicas que marcaram 2011

Agora que 2011 oficialmente já passou, segue um infográfico sobre as tendências tecnologias que marcaram o ano, cortesia de G + (não Google +).

Quais são suas previsões para as principais tendências de 2012?



Top Tech Trends of 2011

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Marketing Digital: O que torna um conteúdo viral

Nem todas as peças de conteúdo podem ser virais, mas se você compreender os conceitos básicos por trás do que faz um grande conteúdo altamente compartilhável, você terá uma melhor chance de obter melhor exposição para cada peça de conteúdo que você criar.

O infográfico a seguir examina alguns dos fatores envolvidos na viralidade de um conteúdo, e que é necessário para atingir este nível (clique na imagem para ampliá-la).

Marketing Digital : Entenda as principais fontes de tráfego do seu site

Quando alguém acessa o seu site, certamente veio de algum lugar da web. Podem ter te encontrado através de uma ferramenta de busca, como o Google, podem já conhecer o seu site e entrar diretamente ou podem vir de uma infinidade de outras possibilidades.
O ponto é que cada um desses tipos de visitantes possuem uma certa imagem em mente e, quase sempre, os motivos da visita são diferentes. Nesse post vamos explorar esses motivos através de uma perspectiva psicológica para entendermos que ações esperar de uma pessoa vinda de cada uma dessas fontes de tráfego.

Tráfego de ferramentas de busca


Quando as pessoas chegam ao seu site através de uma ferramenta de busca, como Google, Bing ou Yahoo, estão geralmente procurando por respostas a uma questão específica ou uma informação em certo assunto.
Considere essa como a real natureza das ferramentas de busca: você digita o que quer e espera que a resposta apareça. Isso significa que visitantes vindos de ferramentas de busca tendem a ficar e ler seu conteúdo para encontrar as respostas que procuram. Se eles não encontram a resposta no seu conteúdo, podem procurar em algo que você anuncia, seja isso uma publicidade comum ou um eBook, por exemplo. Por isso, em geral, visitantes de ferramentas de busca tendem a gerar uma taxa de cliques maior no que você anuncia.
Cada vez mais as pessoas associam o número um nos resultados de buscas orgânica para determinada palavra chave como uma autoridade no assunto e isso afeta o comportamento no seu site.  As pessoas confiam mais na sua marca e tendem a fazer coisas como assinar seu newsletter ou seu blog.

 

Tráfego direto


Tráfego direto é aquele em que os visitantes digitam diretamente o endereço do seu site na barra de endereços. É uma boa fonte de tráfego. Se as pessoas já conhecem seu endereço, é porque a experiência anterior foi boa o suficiente para que eles se lembrem disso. Embora no Google Analytics ele não diga muita coisa, sempre é um bom sinal de audiência cativa.
Como esse público é composto quase sempre por visitantes antigos, é provável que eles entrem no seu site para conferir quais são as últimas atualizações. O que eles provavelmente fazem, se ainda não fizeram, é se envolver mais com seu blog, assinando os feeds e interagindo nas redes sociais. Também são os que mais tendem a deixar comentários no seu blog. Vale sempre responder e prover conteúdo, para que eles continuem voltando.

 

Tráfego de mídias sociais


A psicologia por trás das mídias sociais parece sempre voltar-se ao desejo do usuário de ser notado e ter seu espaço pessoal online. O ponto principal aqui é que ou as pessoas querem ser sociais com seus amigos ou querem ser entretidas. Isso acaba gerando bounce rates altas para esse tipo de visitante, já que uma vez que entraram no seu blog e rapidamente viram o que queriam, estão prontos para seguir para o próximo site. No twitter, por exemplo, onde há vários tweets com sugestões a serem lidas, esse comportamento é ainda mais acentuado.
O que é realmente bom nas mídias sociais, no entanto, é a capacidade viralizar o conteúdo. Como há essa tendência de ir de um site para o próximo, se alguém de fato encontra um conteúdo interessante, vai compartilhá-lo para indicar que esse vale mais a pena que os outros.  Assim que você conseguir alguém falando sobre seu conteúdo, produto ou qualquer outra coisa, vão espalhar por você se isso entretém ou é particularmente útil.

 

Tráfego por referência


Há algumas similaridades entre o tráfego por referência e as mídias sociais, mas vale fazer a distinção porque há uma diferença entre ouvir sobre algo nas mídias sociais e em um site.
Quando um amigo indica algo nas mídias sociais, você geralmente dá uma olhada. Sua intenção é ver quão útil ou divertido é o link e não necessariamente porque você realmente confia no conselho do seu amigo. Se é um site que você confia falando a mesma coisa, você vai conferir com um olhar diferente, sabendo que o conselho vêm de uma referência. É mais ou menos como ouvir um conselho de saúde por um amigo que leu sobre o assunto e por um médico: você até acredita em ambos, mas de certa forma segue mais o conselho do médico.
No entanto, essa analogia não funciona para todo tipo de referência. Há uma distinção entre diferentes links recebidos.
Uma possibilidade é receber um link do estilo blogroll, em que alguém lista seu site como um dos favoritos. Nesse caso a bounce rate tende a ser mais alta e deve haver menos interação com seu site. Tudo o que o site fez foi dizer que gosta do seu blog, mas não indica especificamente o quê nem o por quê, e deixar para que o usuário descubra isso não costuma ajudar tanto.
No entanto, quando você receber a referência através de um link no conteúdo ou através de um post como convidado para outro site, casos em que o usuário já sabe o que encontrar no seu blog, há um interesse muito maior em saber o que você tem a dizer.  Além disso, você “herda” a credibilidade de quem te indicou.
Para esses casos, é provável que leiam um pouco para ver se você é interessante e então assinem seu blog ou te sigam no twitter.  O grande ponto aqui é mostrar que de fato você oferece um bom conteúdo sobre o assunto em que você foi referenciado.

 

Links patrocinados


Esse tipo de referência tem uma proximidade muito grande com o tráfego de ferramentas de busca. A diferença é que se você está pagando, pode escolher exatamente para qual página você quer levar o usuário.
Dessa forma é interessante criar uma página de conversão que mostre claramente para o usuário a resposta ao problema que ele está procurando e que incentive-o a se converter em cliente ou oportunidade de negócio.

 

O que é melhor para você?


Já vimos que para cada tipo de tráfego, atrai-se um tipo de usuário diferente. Daí surge a importância de pensar nos objetivos do seu site ou blog. Dependendo da ação que você quer que o usuário realize, pode priorizar a otimização de um tipo específico de fonte de tráfego.
Se sua intenção é espalhar mais o conteúdo e fazer mais “barulho”, pode focar nas mídias sociais. Se quer atrair mais assinantes, pode escrever mais posts como convidado e assim por diante.
E aí, qual funciona melhor para você?

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Marketing Digital: O custo do marketing no Facebook

Quanto será que custa para divulgar a minha empresa no facebook? 

Este infográfico feito pela Flowtown mostra que 69% das empresas estão usando o Facebook para atingir aos clientes atuais e potenciais. 

Outras estatísticas interessantes:

- O custo por clique (CPC) da publicidade Healthcare é o mais caro (US $ 1,27), enquanto os custos de e-commerce menos de US $ 0,31.      


- Custa mais de 320.000 dólares para obter 300.000 likes em sua página de Facebook.





sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Marketing Digital: Aumente a taxa de abertura do seu e-mail marketing

Ter autorização, conteúdo personalizado e segmentar são as principais práticas para potencializar o sucesso da sua campanha e o interesse do cliente.


 A taxa de abertura resulta do total de contatos que visualizaram a mensagem, dividido pelo número total de e-mails entregues, excluindo os bounces e remoções.
Basicamente, uma taxa de 20% de e-mails abertos significaria: de cada 100 e-mails entregues, vinte foram visualizados.

Spam NÃO, obrigado!

É natural haver aborrecimento ao receber newsletters não solicitados. Em geral, não os lemos, pois são filtrados pelo Outlook, Gmail, Hotmail, Yahoo, etc… Esses aplicativos não pactuam com essa prática.
E mesmo quem nunca recebeu spam – praticamente impossível – já deve ter recebido newsletter autorizadas, mas com conteúdo pouco relevante.
Mesmo que inconscientemente, é inevitável fazermos análises para nos levar a optar por esse ou aquele e-mail. Buscamos conteúdos bem feitos e em sintonia com os nossos interesses.

Aspectos importantes

1. Remetente – A reputação da marca é o primeiro fator para influenciar a confiança do subscritor para abrir o e-mail – é essencial utilizar o domínio da marca, exemplo: info@e-goi.com.

2. Subject/assunto – Certamente já visualizou e-mails com assuntos com este tipo de abordagem: Aproveite já! – Desconto de x% – Não perca! – MELHORES PROMOÇÕES!!!!
Essa publicidade lhe interessa?
Se for remetido por uma marca de confiança, talvez dê o benefício da dúvida… Mas a verdade é que esta abordagem se constitui cada vez mais como um erro porque já a encaramos ressabiados.

3. Segmentação – É óbvio que segmentar a nossa base de dados nos ajuda a concentrar os nossos esforços nos verdadeiros interessados pelo nosso informe. Enquanto apreciador de futebol gostaria que a newsletter de uma marca de desporto me enviasse exclusivamente conteúdos e ofertas sobre essa modalidade.
Se a marca insistir em mandar material de ciclismo, golfe e natação tudo em um mesmo newsletter, o mais natural será o desinteresse a exclusão, não é verdade?

4. Test & Learn – Infelizmente, não há uma formula mágica de sucesso. Na mesma área de negócio, a forma como reagimos aos newsletters que recebemos pode variar em função dos fatores já referidos. Para ajudar no planejamento e análise, existem ferramentas que permitem automatizar esse teste como os ensaios de campanha ou split testing.
Segue uma análise de diversas áreas de negócio com as respectivas médias:

Imobiliárias
  • Taxa média de abertura: 7%
  • Variação de 5% – Base de 2% e topo de 12%
  • Taxa média de cliques: 14%
  • Variação de 5% – Base de 9% e topo de 19%
Alimentação
  • Taxa média de abertura: 19%
  • Variação de 5% – Base de 14% e topo de 24%
  • Taxa média de cliques: 21%
  • Variação de 5% – Base de 16% e topo de 26%
Editoras e Livrarias
  • Taxa média de abertura: 13%
  • Variação de 7% – Base de 6% e topo de 20%
  • Taxa média de cliques: 15%
  • Variação de 7% – Base de 8% e topo de 22%
Bares e Restaurantes
  • Taxa média de abertura: 25%
  • Variação de 7%, base de 16% e topo de 30%
  • Taxa média de cliques: 14%
  • Variação de 9%, base de 5% e topo de 23%
Automóvel
  • Taxa média de abertura: 24%
  • Variação de 5%, base de 19% e topo de 29%
  • Taxa média de clique: 19%
  • Variação de 5%, base de 14% e topo de 24%
Comércio e serviços
  • Taxa média de abertura: 9%
  • Variação de 2%, base de 7% e topo de 11%
  • Taxa média de clique: 14%
  • Variação de 2%, base de 12% e topo de 16%
Meios de comunicação
  • Taxa média de abertura: 13%
  • Variação de 6%, base de 7% e topo de 19%
  • Taxa média de clique: 16%
  • Variação de 6%, base de 10% e topo de 22%
[Webinsider]

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Marketing Digital: Os números do faturamento do Google e sua influência no mundo

A maior fatia dos negócios do Google vem da venda de anúncios através do AdWords. A Receita maciça da gigante de buscas online acontece porque recebe mais de 1.000 milhões de visitantes únicos por mês - 1em cada 7 pessoas em todo o planeta. Este infográfico incrível mostra ainda, os números alucinantes por trás do Google em todo o mundo e sua enorme influência.

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